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Toda doação move uma missão e gera fruto que permanece.

  • há 2 dias
  • 3 min de leitura

Atualizado: há 16 horas


Queridos mantenedores, queridos amigos da missão,


Esta carta é para vocês.

Para vocês que talvez não estejam na cabine do avião. Que não pisam nas pistas de terra. Que não aparecem nas fotos dos voos.

Mas que, ainda assim, fazem tudo acontecer.


Existe uma mulher chamada Valdinete. E quando ela fala sobre a missão, ela fala com convicção, com ternura e com uma certeza rara nos dias de hoje. Ela se apoia em 1 Samuel 12:22-23 e transforma esse texto em prática diária:

“Longe de mim que eu peque contra o Senhor deixando de orar por vós.”

E então ela diz:

“Eu oro muito… muito, muito. Todos os dias. Todos os momentos. Oro pelos pilotos, pelos mecânicos, por todos que estão envolvidos. Principalmente em cada decolagem e em cada aterrissagem, que Deus esteja no comando.”


Enquanto o avião acelera na pista, ela intercede. Enquanto os pilotos assumem o manche, ela entrega o voo nas mãos de Deus. Enquanto os mecânicos trabalham nos bastidores, ela menciona cada um diante do Senhor.


Mas há algo ainda mais profundo no testemunho dela. Valdinete voou recentemente com o missionário Peter. E o que poderia ser apenas um trajeto tornou-se sinal de cuidado:


“Não houve turbulência. Estava tudo tranquilo. Deus mandou o sol… o sol quente, brilhando.”

E ela mesma reconheceu:

“Isso tudo é base de oração.”

Base de oração — e também base de provisão.

Porque cada voo que cruza os céus da Amazônia não é sustentado apenas por combustível. Ele é sustentado por pessoas. Por corações generosos. Por contribuições fiéis.


Valdinete já voou para a aldeia Crispim, para o Conplei, para cumprir convites missionários em Lábrea. Ida e volta. Evangelho transportado por céus que muitos jamais verão.


E ao citar Romanos 10:15 — “Quão formosos são os pés dos que anunciam as boas novas” —

Ela entende que, na Amazônia, esses pés muitas vezes chegam com asas.


Mas aqui está algo que ela diz com firmeza e alegria:

“Eu sei para onde o meu dinheiro vai.” Ela sabe.


Vai para manter aviões seguros no ar. Vai para que missionários cheguem onde as estradas não chegam. Vai para sustentar pilotos, mecânicos e toda uma equipe que trabalha com excelência. Vai para salvar vidas e levar esperança.

Ela voou tranquila, diz ela, “sabendo que estava com Asas de Socorro… nas asas do Deus Todo-Poderoso.”


Queridos amigos,


Vocês que contribuem são parte dessa tranquilidade. Vocês são parte de cada decolagem segura. Vocês estão presentes em cada aterrissagem bem-sucedida. Vocês participam de cada vida alcançada.

Talvez ninguém os veja na pista. Talvez seus nomes não apareçam nos relatórios de voo.

Mas o céu vê.


Em Filipenses 4:17, Paulo fala sobre a oferta recebida como “fruto que aumenta o vosso crédito”. Cada contribuição é mais do que uma transação — é fruto eterno. É investimento em algo que ultrapassa quilômetros e alcança eternidade.

Sem vocês, os aviões não voam. Sem vocês, missionários enfrentariam dias — às vezes semanas — de viagem. Sem vocês, as comunidades continuariam isoladas.

Mas com vocês, o impossível se encurta. Com vocês, o Evangelho chega mais rápido. Com vocês, vidas são alcançadas.


Hoje queremos agradecer.

Mas também queremos convidar.

Continuem dando asas aos que dão suas vidas. Continuem sustentando essa obra com fidelidade. Continuem investindo em algo que salva, cura, conecta e transforma.

Se o Senhor tocar ainda mais o seu coração, aprofunde seu envolvimento. Ore. Contribua. Compartilhe a visão. Seja voz para que outros também participem.


Porque cada voo carrega mais do que passageiros. Carrega a generosidade de pessoas como você. Carrega a resposta de orações. Carrega esperança.

E, no fim, carrega eternidade.

Com profunda gratidão,

Seguimos voando — porque vocês escolheram sustentar.


No seu dia a dia, você também pode colaborar para que o Evangelho chegue cada vez mais longe: ore, sirva, doe! Sua ação é essencial para o bom andamento da missão.



 
 
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