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Boletim IDE | Missão que se vive

  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

A primeira viagem do ano começou de um jeito diferente. A proposta era simples e, ao mesmo tempo, desafiadora: não levar nada, exceto Jesus. Sem grandes estruturas, sem respostas prontas. Apenas presença e disposição para ouvir.


A Missão Puxirum Ribeirinho nos convidou a desacelerar, a sair do controle e a entrar em algo mais profundo: escutar o território, ouvir as pessoas, estar com elas de verdade. Fomos de casa em casa não para ensinar primeiro, mas para aprender. Para construir relacionamentos, nos apresentar, compartilhar quem somos e caminhar juntos. E foi ali, no simples, que tudo ganhou sentido.


Cada visita carregava algo único. Conversas simples, olhares atentos, silêncios que falavam. Tivemos encontros marcantes com pessoas e também com Jesus.


A equipe foi formada por cinco voluntários, conduzidos por Deus, com coordenação de Ana e apoio missionário. Diferentes histórias unidas em um só propósito. No final, ficou claro: a missão não é sobre o que levamos, mas sobre como nos fazemos presentes.


| VOZES DA MISSÃO Meiriellen, voluntária nesta viagem, resume com sinceridade o que muitos sentiram:


Eu não tenho tantas palavras bonitas, mas gostaria de agradecer imensamente por tudo que nos foi proporcionado. Volto para a minha realidade grata a Deus por cada um de vocês e com a certeza do amor e bondade que Ele tem comigo ao me permitir conhecer pessoas tão queridas… tenho o maior orgulho de chamá-los de irmãos… A palavra que escolhi foi dignidade, porque acredito que todo ser humano deveria ter condições de uma sobrevivência digna, com amor, proteção, necessidades básicas supridas e o privilégio de ter o melhor amigo de todos: Jesus. Que o Senhor continue nos movendo para a obra do Seu Reino.

| O QUE MARCOS NOS ENSINA SOBRE MISSÃO


Essa experiência ecoa algo profundo que vemos no Evangelho segundo Marcos. Este relato apresenta um Jesus em movimento: urgente, presente, ativo. Um Jesus que não esperava que as pessoas viessem até Ele, mas que foi até elas.


Alguns pontos conectam diretamente com o que vivemos em missões:

  • O Evangelho acontece em movimento.

  • Discipulado não é conforto, é resposta.

  • Seguir Jesus é viver o real, o simples e o essencial.


Marcos não nos convida a admirar Jesus à distância. Ele nos chama a segui-Lo de perto. E foi exatamente isso que experimentamos: uma fé prática, vivida no encontro, no olhar, na escuta.


| UMA TAREFA QUE CONTINUA


Uma viagem missionária não termina quando o barco volta. Ela permanece no coração, nas decisões, na forma de enxergar o outro. Também gera algo concreto: entendimento do campo, fortalecimento de vínculos e preparo para as próximas equipes.


| E AGORA?


Talvez o próximo passo seja seu. Participe conosco de uma viagem missionária ainda esse ano. Confira as próximas datas:


  • 23 a 29 de agosto de 2026

  • 13 a 19 de setembro de 2026

  • 26 de outubro a 2 de novembro de 2026 (Missão Puraquê)


Missão não é apenas sobre ir longe, mas sim sobre ter um coração disponível.






 
 
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